Posts de Outubro, 2009

Davi x Golias | o monstro de concreto chamado São Paulo

Cair nos mesmos clichês de sempre para descrever São Paulo é chover no molhado.

Cidade grande. Enorme. Monstruosidade de concreto.

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Colônia Cecília, uma colônia anarquista experimental

Como havia dito na sexta-feira passada, um dos motivos por que estive longe do blog foi um freela bem diferente que fiz no fim de semana retrasado. Dei uma de guia-cicerone para uma jornalista italiana que veio a Curitiba para dar seguimento à sua pesquisa sobre a Colônia Cecília.

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Próximos dias

Ana “Abuelita” Tejero tem razão. O feriado foi larguíssimo. Nos últimos dias tenho sido meio relapso com o blog. Motivos, é óbvio, sempre há. Seriam, porém, justificáveis?

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Minhas impressões sobre Buenos Aires

Paty Duim está passando suas férias em Buenos Aires e me mandou este texto com suas impressões sobre a cidade. Com seu aval, publico quase ipsis litteris seus pensamentos:

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Feriado em 2009

2009 é o ano em que Bons Ares começou a ganhar mais corpo, adquirir mais leitores fiéis (gracias, chicos y chicas). Sempre que posso, e isso se dá, em geral, nas segundas, quartas e sextas, procuro postar aqui.

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Suecos | Pär Lagerkvist

Andei descobrindo um escritor sueco chamado Pär Lagerkvist. Ele foi ganhador do Nobel de Literatura em 1951.

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Impasse ético: os flanelinhas

É justamente o caso da senhora. Consolidou-se socialmente que pessoas em situação econômica desfavorável podem recorrer a essa profissão informal para tentar conseguir o ganha-pão diário, da mesma forma que as pessoas que têm carro (que “logicamente” seriam, por terem os meios econômicos para adquirir um bem de consumo fora do alcance das classes menos favorecidas) e se encontram em situação mais favorável costumam dar alguma moeda em troca de um “serviço de vigilância”. A senhorinha seria a pessoa em situação econômica desfavóravel e eu, por possuir um carro, seria o indivíduo em situação favorável. Cria-se uma relação eticossocioeconômica de certa tensão. Segundo o contrato social consolidado, ela é a pessoa a ser ajudada e eu sou a pessoa que tem que ajudar. Detalhe: “tem que” ajudar.

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Anarquista revolucionário?

Lala, o ser saltitante e feliz que mora aqui em casa, diz que estou me tornando um anarquista revolucionário.

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