Além da África, a China também é de meu interesse. Depois que voltei ao Brasil, tentei de inúmeras maneiras ir trabalhar na China. Fiz entrevistas por Skype, provas, etc., mas não consegui nenhum emprego.
Isso não significa, porém, que eu tenha guardado rancor da terra do Sol nascente. Muito pelo contrário. Quando estava na minha busca, [...]
Arquivo da categoria ‘Lugar’
18 Nov
Ruinix na República Popular da China
16 Nov
S’embora pelo mundo
Já é oficial. As passagens foram compradas e não tem mais volta, nem reembolso da maior delas.
13 Nov
O Filho Eterno (Cristovão Tezza)
Todo mundo teria um livro no qual se reconhecesse inteiramente.
11 Nov
Khadji-Murát, de Leon Tolstói
Segundo o crítico literário norte-americano Harold Bloom, Khadji-Murát é a melhor novela jamais escrita. Cheguei a ela por caminhos sinuosos.
Estava eu conversando, sobre literatura, com meu grande amigo e filósofo João Arthur quando ele começou a discorrer sobre o Harold Bloom. Crítico venenoso, cheio de inimigos, nutre profundo ódio pela academia, da qual faz parte. [...]
6 Nov
O melhor jornal do mundo
Sem sombra de dúvidas, o Diarinho é o melhor jornal da face desta terra e de qualquer outro mundo ainda não imaginado. Para quem não conhece, é um diário de Itajaí & Balneário Camboriú, cujos textos internos e, sobretudo, da capa, são fantásticos. Pudera todos os jornais do mundo fosse ao menos parecidos. Eis a capa de ontem (prestem atenção nos termos em itálico):
29 Out
Davi x Golias | o monstro de concreto chamado São Paulo
Cair nos mesmos clichês de sempre para descrever São Paulo é chover no molhado.
Cidade grande. Enorme. Monstruosidade de concreto.
16 Out
Minhas impressões sobre Buenos Aires
Paty Duim está passando suas férias em Buenos Aires e me mandou este texto com suas impressões sobre a cidade. Com seu aval, publico quase ipsis litteris seus pensamentos:
5 Out
Impasse ético: os flanelinhas
É justamente o caso da senhora. Consolidou-se socialmente que pessoas em situação econômica desfavorável podem recorrer a essa profissão informal para tentar conseguir o ganha-pão diário, da mesma forma que as pessoas que têm carro (que “logicamente” seriam, por terem os meios econômicos para adquirir um bem de consumo fora do alcance das classes menos favorecidas) e se encontram em situação mais favorável costumam dar alguma moeda em troca de um “serviço de vigilância”. A senhorinha seria a pessoa em situação econômica desfavóravel e eu, por possuir um carro, seria o indivíduo em situação favorável. Cria-se uma relação eticossocioeconômica de certa tensão. Segundo o contrato social consolidado, ela é a pessoa a ser ajudada e eu sou a pessoa que tem que ajudar. Detalhe: “tem que” ajudar.



Se cansaram de tentar mudar o mundo e vieram ler o blog