Arquivo da categoria ‘América Latina’

S’embora pelo mundo

Já é oficial. As passagens foram compradas e não tem mais volta, nem reembolso da maior delas.

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O Filho Eterno (Cristovão Tezza)

Todo mundo teria um livro no qual se reconhecesse inteiramente.

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Finados de rolê

Nunca escondi de ninguém que não sabia andar de bicicleta.

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O melhor jornal do mundo

Sem sombra de dúvidas, o Diarinho é o melhor jornal da face desta terra e de qualquer outro mundo ainda não imaginado. Para quem não conhece, é um diário de Itajaí & Balneário Camboriú, cujos textos internos e, sobretudo, da capa, são fantásticos. Pudera todos os jornais do mundo fosse ao menos parecidos. Eis a capa de ontem (prestem atenção nos termos em itálico):

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Davi x Golias | o monstro de concreto chamado São Paulo

Cair nos mesmos clichês de sempre para descrever São Paulo é chover no molhado.

Cidade grande. Enorme. Monstruosidade de concreto.

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Colônia Cecília, uma colônia anarquista experimental

Como havia dito na sexta-feira passada, um dos motivos por que estive longe do blog foi um freela bem diferente que fiz no fim de semana retrasado. Dei uma de guia-cicerone para uma jornalista italiana que veio a Curitiba para dar seguimento à sua pesquisa sobre a Colônia Cecília.

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Minhas impressões sobre Buenos Aires

Paty Duim está passando suas férias em Buenos Aires e me mandou este texto com suas impressões sobre a cidade. Com seu aval, publico quase ipsis litteris seus pensamentos:

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Impasse ético: os flanelinhas

É justamente o caso da senhora. Consolidou-se socialmente que pessoas em situação econômica desfavorável podem recorrer a essa profissão informal para tentar conseguir o ganha-pão diário, da mesma forma que as pessoas que têm carro (que “logicamente” seriam, por terem os meios econômicos para adquirir um bem de consumo fora do alcance das classes menos favorecidas) e se encontram em situação mais favorável costumam dar alguma moeda em troca de um “serviço de vigilância”. A senhorinha seria a pessoa em situação econômica desfavóravel e eu, por possuir um carro, seria o indivíduo em situação favorável. Cria-se uma relação eticossocioeconômica de certa tensão. Segundo o contrato social consolidado, ela é a pessoa a ser ajudada e eu sou a pessoa que tem que ajudar. Detalhe: “tem que” ajudar.

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Anarquista revolucionário?

Lala, o ser saltitante e feliz que mora aqui em casa, diz que estou me tornando um anarquista revolucionário.

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Mais sobre bicicletas

Antes que perguntem, é bem possível que eu esteja ficado obcecado também pelo assunto de bikes e mobilidade urbana. Vão aí três vídeos que assisti no site da Bicicletada Curitiba:

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