Arquivo da categoria ‘Europa’

Khadji-Murát, de Leon Tolstói

Segundo o crítico literário norte-americano Harold Bloom, Khadji-Murát é a melhor novela jamais escrita. Cheguei a ela por caminhos sinuosos.
Estava eu conversando, sobre literatura, com meu grande amigo e filósofo João Arthur quando ele começou a discorrer sobre o Harold Bloom. Crítico venenoso, cheio de inimigos, nutre profundo ódio pela academia, da qual faz parte. [...]

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Finados de rolê

Nunca escondi de ninguém que não sabia andar de bicicleta.

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Back to the France – o episódio de Clermont-Boquerrand

Esta é uma história que escrevi no final de 2004, mas que nunca publiquei. Morava na França, dava aulas para crianças e não tinha blog. Aliás, nem sabia o que era isso. De qualquer forma, escrevi e guardei. Lembrei que ela existia quando estava redigindo o UYtrip – dia 10. Fui ao meu mail da [...]

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Trem e outros amores VII

[...], [...], [...], [...], [...] e [...]
No terceiro ou quarto degrau, depois de ela ter fechado a porta, pensei: “Puta merda! Não posso ir embora assim! Muito provavelmente será a última vez que verei ao vivo a mulher da minha vida.”
Voltei e, já quase batendo na porta, ela abriu. Não foi preciso dizer mais nada: [...]

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Trem e outros amores VI

[...], [...], [...], [...] e [...]
Quando a vi se distanciando, me senti praticamente destroçado. No entanto, ainda com o intuito de entender o que tinha acontecido, pensei que também havia amor nisso que estava acontecendo entre nós. Foi então que pensei no Grande Sertão: Veredas. A vida é um estradar, são veredas. Nessa hora, ao [...]

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Trem e outros amores V

[...], [...], [...] e [...]
Já na cidade-luz, chegando ao apartamento em que estava me hospedando, em Belleville, a primeira coisa que fiz foi telefonar para ela.
Oi, sou eu.
Oi, você veio!
Sim. Você acha que não viria?
Não sei…
Quero te ver.
Também quero te ver, mas o único problema é que os meus horários estão complicados por conta da [...]

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Trem e outros amores IV

[...], [...] e [...]
A Amstelveen, pois, ela foi, enquanto eu me dirigi ao hostel, imaginando que o meu amigo já tinha pegado todas as minhas coisas no parque. Quando cheguei ao hostel, meu amigo não estava. Perguntei à recepcionista se ele já tinha dado check-in e ela me disse que sim. Completou informando que eu, [...]

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Trem e outros amores III

[...] e [...]
Só nessa altura do campeonato que eu lembrei que estava com um amigo, que tinha ido comigo à praia e estava voltando de lá sempre ao meu lado. Confesso que ele tinha sido ofuscado por ela.
Foi quando ele chegou, boquiaberto e completamente surpreso por eu de fato ter falado com ela e ainda [...]

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Trem e outros amores II

[...]
Excuse me. Sorry if  I’m bothering you…
O meu inglês era horrível.
I don’t know. I saw you in the train and I really need talk to you.
Hi!
Hi!
I… just don’t know what to say. I need say I wanted talk to you.

Sorry, I didn’t ask if you speak English. Do you speak English? Are you understanding [...]

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Trem e outros amores I

Antes de mais nada, é preciso dizer que ela é o amor da minha vida.
A primeira vez que a vi foi de relance entrando num trem. Estávamos em Zandvoort aan Zee. Eu vinha da praia, todo sujo de areia, onde tinha dormido boa parte do dia. Era meu aniversário.
Ela, solitária, caminhava de jeans, botas altas [...]

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