Arquivo da categoria ‘Pensação’

O Filho Eterno (Cristovão Tezza)

Todo mundo teria um livro no qual se reconhecesse inteiramente.

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Finados de rolê

Nunca escondi de ninguém que não sabia andar de bicicleta.

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O cachorro e o asno

Enquanto não tomo vergonha na cara e sento para escrever tudo o que tenho na cabeça, deixo-vos com um provérbio checheno que retirei de Khadji-Murát, de Tolstói:
Um cachorro alimentou um asno com carne, e este, por sua vez, serviu feno àquele. Ambos ficaram com fome.
Para cada povo, são bons os seus próprios costumes.

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Davi x Golias | o monstro de concreto chamado São Paulo

Cair nos mesmos clichês de sempre para descrever São Paulo é chover no molhado.

Cidade grande. Enorme. Monstruosidade de concreto.

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Próximos dias

Ana “Abuelita” Tejero tem razão. O feriado foi larguíssimo. Nos últimos dias tenho sido meio relapso com o blog. Motivos, é óbvio, sempre há. Seriam, porém, justificáveis?

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Minhas impressões sobre Buenos Aires

Paty Duim está passando suas férias em Buenos Aires e me mandou este texto com suas impressões sobre a cidade. Com seu aval, publico quase ipsis litteris seus pensamentos:

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Suecos | Pär Lagerkvist

Andei descobrindo um escritor sueco chamado Pär Lagerkvist. Ele foi ganhador do Nobel de Literatura em 1951.

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Impasse ético: os flanelinhas

É justamente o caso da senhora. Consolidou-se socialmente que pessoas em situação econômica desfavorável podem recorrer a essa profissão informal para tentar conseguir o ganha-pão diário, da mesma forma que as pessoas que têm carro (que “logicamente” seriam, por terem os meios econômicos para adquirir um bem de consumo fora do alcance das classes menos favorecidas) e se encontram em situação mais favorável costumam dar alguma moeda em troca de um “serviço de vigilância”. A senhorinha seria a pessoa em situação econômica desfavóravel e eu, por possuir um carro, seria o indivíduo em situação favorável. Cria-se uma relação eticossocioeconômica de certa tensão. Segundo o contrato social consolidado, ela é a pessoa a ser ajudada e eu sou a pessoa que tem que ajudar. Detalhe: “tem que” ajudar.

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Anarquista revolucionário?

Lala, o ser saltitante e feliz que mora aqui em casa, diz que estou me tornando um anarquista revolucionário.

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Mais sobre bicicletas

Antes que perguntem, é bem possível que eu esteja ficado obcecado também pelo assunto de bikes e mobilidade urbana. Vão aí três vídeos que assisti no site da Bicicletada Curitiba:

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