O colecionador de colectivos

Posted on 26 dezembro 2006

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É, o inesperado também pode acontecer. De várias maneiras diferentes, diga-se de passagem. Quem diria que meu caríssimo pai, El Bigodón, iria um dia dar o ar de sua graça dentro de um ônibus? Pior, quem imaginaria que não seria um ônibus simples, mas uma série deles, incluindo o bom e velho 42, el colectivo de la muerte? Pois bem, ele já está virando assíduo desse transporte outrora tão desconhecido por sua pessoa. Além do 42, somam-se à lista o 152, o 132, o 92 e o 25. Além, é claro, dos metrôs da Linea A e da C.


Tais comentários podem não significar nada para o leitor mais despreparado, mas com certeza significarão muito para o leitor já interado de toda a situação. O caso é o seguinte: meu velho pai nunca na sua vida havia entrado dentro de um ônibus de transporte urbano, nem dentro de um metrô. E olha que ele já tem lá seus 53 anos. Já tinha viajado de ônibus de viagem, mas nunca tinha pegado um ligeirinho, um sanfonão, interbairros ou qualquer coisa do gênero. Quem o conhece sabe que isso, por mais bizarro que seja, é a coisa mais normal do mundo para ele. Ele adora dirigir e não desgruda do carro. Certo ele. Se eu tivesse carro também não desgrudaria.


O segundo fato inesperado é que não só pegou o 42, como o pegou vazio. Alguém pode acreditar nisso? Também sei que isso não diz muito para uma pessoa que não saiba o que é o 42, por onde ele passa ou como ele é. Camilo sei que vai me entender. Nena também, por mais que este(a) não leia esse blog. De qualquer forma, ele pegou o 42 e estava vazio. Inédito! Acho que se eu jogasse na Mega-Sena hoje só com cinco números, mesmo assim ganharia o prêmio principal sozinho.

Sugerencia del troesma


A sugestão do cabroco índio véio que vos fala é um vídeo que fiz de regalito de navidad ao meu amigo Jorge “mexicano comedor de pimenta” Morales. Que ele não me escute. As imagens do vídeo foram feitas por mim, com minha camerazinha de fotos, e editado também por mim.

Além do além do mais, felizes essas coisas que se dizem nesta época. blábláblá… Não me levem a mal os mais ortodoxos.

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