Agradecimentos

Posted on 6 fevereiro 2007

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Agradecer é importante. Você reconhece o valor de alguma coisa e o torna público. É, pois, o que gostaria de fazer hoje.

  • Ao Rafael e à Waleska por terem vindo me visitar aqui em Buenos Aires e por eu ter passado ótimos momentos com eles. Por terem feito eu me enraivecer com os jogos de canastra e me provar, por mais que eu já soubesse, que o Rafael é o mais ladrão do mundo nas cartas;
  • Ao Piper Bíver José por ter me feito companhia em todos esses dias, por ter me suportado levando-o aos piores filmes, por ter só reclamado e resmungado um pouquinho (não mais que o normal dele), por não ter ido comigo jogar sinuca, por ter contribuído à criação de uma conspiração conspiratório contra o Júlio, por ter conseguido convencer a Marmitita a viajar conosco rumo ao desconhecido da casa do Júlio, e, sobretudo, queria agradecer a ele pela colher;
  • À Marmita da bunda peluda pela companhia nesses dias todos (meio que éramos os Três Mosqueteiros em busca do Sagrado Graal de café), por ter ido comigo em tantas tardes tomar café e zuburetar naquele calor do cão no Lucca, por ter me dado de comer algumas vezes, por ter ido na nossa viagem e marmoteado conosco (marmotices inesquecíveis são aquelas), por ter me convidado para o casório dele com a excelentíssima Tatinha (aliás, Tatota, obrigado pelos tantos cafés e pelo cineminha), por ser peludo e felpudo como uma marmota;
  • Ao Júlio pelas tantas hospedagens na sua casa, pelo passeio pelas praias de Santa Catarina, pelas conversas e rolês, pela amizade, pela linda imagem de você de cuequinha-fralda na despedida, pelo último telefonema;
  • Ao Lelezinho pela companhia no Chef Vergé, no 007, pelas conversas sempre muito p…, pelo desencontro de última hora, por tudo;
  • Ao Montinho pela hospitalidade na sua escola em Joinville, pela prova de que os amigos podem se distanciar mas a amizade não muda. Sorte com o pimpolho que rebentará em breve;
  • À Kiki, mulher perfeita, pela longa conversa, por nos ter recebido na casa dela, por nos ter contado do seu casório-relâmpago, pelas inúmeras apertadas, mordidas e lambidas nas bochechas deliciosas que só ela tem;
  • Ao Du, por ter me convidado à sua nova casa e ter me tratado mais Lilian como um rei, pelo café e a longa tarde no Lucca falando de projetos e do futuro. É muito bom ver os amigos bem;
  • Ao Sidney e à Dani, por ter me levado à Pizza Hut e me proporcionado uma ótima conversa. Foi bom rever vocês;
  • Ao João Putain Espèce de Tabernac Arthur pela feijoada e pela conversa. E não fomos comer naquele japonês. Já está mais que combinado para a próxima;
  • À Neuza por ter acolhido a minha gula na sua casa algumas vezes. Melhoras;
  • Ao Sérgio e Juliana pelo passeio naquela prainha pitoresca;
  • À tia Tânia, Fernanda, tio Ayone, Giórgia e Andy pela companhia na praia;
  • Ao Chameau de la Croix por um dos tantos papos matinais;
  • À Érika e Héctor pela acolhida em sua casa. À Érika de volta pela conversa de domingo;
  • À Cris e Magrão pela acolhida em sua casa. Ao Papai-cachinhos pela explicação de como se faz sorvete de pistache;
  • À Jacquinha gostosa por me fazer rir mesmo de longe e por ela estar cada vez mais pançuda;
  • À Karla, pela conversa madura;
  • Ao Goura pelo passeio em busca de um mouse;
  • À Marga, pela conversa gostosa e almoço também gostoso;
  • Ao Shuriken pelo cineminha e conversa de última hora (espero que dê certo de nos vermos agora no Carnaval);
  • À Paty-girl Duína mãe dos meus 12 filhos pela amostração das fotos da Bolívia (acabou de não as vimos todas);
  • Ao Caco, pela meia companhia ao cinema;
  • Ao Felipe, pelos convites de última hora que infelizmente não deram certo;
  • Ao Esguio, por ter me surpreendido querendo ser mágico;
  • Ao Hélder, Vanessa, Joninha, Luis Felipe, Luana e gangue de história pelo almoço e dia em Antonina;
  • Ao Mamá e Paulo pelhos milhões de são-bernandos vegetarianos;
  • Ao Zunga pela nossa superconversa de madrugada adentro;
  • À Pree Mamita pelo convite, que acabou não dando certo, de comer uma feijoada preparada por ela;
  • Ao Tchê pelo convite que não deu certo de comer pastel;
  • Ao Márcio pela conversa e pelos convites de happy hour;
  • A todas as outras pessoas que não citei aqui;
  • Por fim, aos meus pais, e nem preciso dizer por quê.
No mais, queria pedir desculpa àqueles a quem prometi que ia ver e que não pude. Desculpa Haroldo e Marinês, desculpa aí Izaías, desculpe Tchê, desculpem.

Obs.: Sim, tá rolando mesmo um love moment do além.

Sugerencia del troesma

Por mais que muitos queiram me matar depois do que eu vou dizer, Memória de minhas putas tristes é um dos dois melhores livros do Gabriel García Márquez. Está à altura de Cem anos de solidão. Além de ter um início espetacular…

No ano de meus noventa anos quis me dar de presente uma noite de amor louco com uma adolescência. (García Marquez, Gabriel. Memória de minhas putas tristes. Rio de Janeiro: Record, p. 7)

… que te deixa querendo saber se o velho de 90 anos vai conseguir ou não dar no coro, você se deixa envolver por uma história de amor inusual e, sobretudo, por uma confissão do que é a velhice. Sim, para mim, é sobre isso que é o livro, sobre a velhice e como é envelhecer. Tanto que há, no título do livro, a palavra memória, que já remete a isso.

Fica lá a dica então:

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