Porque as cabras também amam

Posted on 25 fevereiro 2007

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Todos sabem que o matrimônio é uma cerimônia sagrada. Por ser sagrada, Deus tem que estar envolvido. Não poderia ser diferente, uai. Por ter Deus e ser sagrada, só podia mesmo ser algo do bicho-homem que somos. No entanto, descobri eu que dito ritual não é um privilégio só nosso. Animais também se amam. Não sei se todos, mas as cabras sim. E já que se amam, podem se casar.
Pois bem, sendo assim, a prova cabal de que não só o bicho-homem pode se casar se deu ontem. Uma cabra com síndrome de marmota e lince se casou ontem com sua cabra-girl, que a partir de então não deveria mais ter esse nome e sim cabra-wife. Dito casalzinho balidor e berregador está nesse momento em sua lua-de-queijo-de-cabra. Que sejam felizes, meus mais sinceros votos de quem, assim que puder, vai querer dar uma balidinha na casa deles tomando aquele café que só a nossa marmita sabe fazer.

Sugerencia del troesma

Tosco, sujo, emporcalhado, sem-noção, asqueroso, chocante… Estes são alguns dos adjetivos que se pode usar para Borat. Filme cazaque em teoria, supostamente um documentário, Borat é muito mais que isso. É quase como uma afronta aos bons costumes. Não que eu não tenha gostado disso, muito pelo contrário. Me cagava de rir no cinema. Por outro lado, me obrigo a reconhecer que o filme é forte. Não pelas cenas de nudismo ou palavrões, não, mas sim pelas críticas aos costumes, hábitos e maneira de pensar dos americanos em geral. Quem for ao cinema, não espere humor leve, nem humor pesado nem humor negro. O humor de Borat é um humor “chutando o pau da barraca geral”. Àqueles mais conservadores não aconselho ir ao cinema sem ter lido um pouco sobre o filme.

Our freek world

Diz Camilo de la Croix que anda muito ocupado com uma prova que tem que entregar. Digo eu que não farei nenhum comentário sobre tamanha vadiagem. Que nesse mundão-de-deus continua ocorrendo bizarrices, não há dúvida. Basta somente alguém as encontrar…

Pois foi aí que eu, lendo Liberal-Libertário-Libertino me deparei com os seguintes links relacionados a um livro que gosto (Sexo Anal: uma novela marrom). Cliquei nos links e caí nesses dois videozinhos. Confesso que os vídeos (este e esse) por si só não tem nada de freek, mas imaginá-los no SBT, de manhã, ou de tarde, que seja, com donas de casa, idosos e crianças vendo, não tem como não dizer que não é bizarríssimo e engraçado.

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