Charlas de la barra

Posted on 7 abril 2007

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Imaginem um pobre-coitado com febre, com dor de garganta, dor de cabeça, sono e com humor de quem está doente. Agora imaginem outro pobre-coitado animadíssimo para sair, empolgado para voltar a um pub que tinha conhecido na quarta-feira. Por fim, imaginem um argentino típico: cabelos mullets, trabalhador e acostumado a sair mais tarde. Pois bem, tenham em conta que o primeiro pobre-coitado sou eu, que o segundo é o nosso repórter das coisas freeks e que o terceiro, que é argentino, é um amigo daqui que veio fazer uma visita ontem à noite. Os três com fome, decidimos que íamos comer. Mas o quê, se não tinha nada em casa? Tivemos que apelar para a fantástica variedade culinária argentina. Ficamos matutando em nossas cabeças: “Quê vamos comer? Empanadas? Pizza? Un asado? Por que não um hambúrguer? Claro, um hambúrguer!” Não que eu achasse que um hambúrguer ia ser a melhor pedida para o meu estado enfermiço, mas podia ser. Preferiria algo com mais nutrientes, mas um apetitoso hambúrguer com pão e queijo não pode não ser interessante (óia o gorduchito falando).

Enquanto eu pensava na enorme gama de opções de comida, me seqüestraram e me levaram para comer (que bom?)… no pub da quarta-feira. Vê se pode uma coisa dessas! A princípio não queria ir. Queria ficar em casa, descansando, como mandam as vovós nesses momentos. Mas fui seqüestrado, e quando se é seqüestrado não se pode escolher nada.

Levaram-me, pois, “à força” ao bareco e comemos. Ainda lembrando da minha leve gripice ou o que seja com que estou, pensei: “Tenho que fazer como se estivesse em casa e fosse tomar algo para curar”. Já que não tinha chá, pensei em um Presidente. “Só que aqui não tem Presidente. Foi o que tinha, uai: um Presidente de outra marca, porém tão forte quanto!” Tinha que usar, não tinha?, pois bem… Junto a isso fui tomando minha aguinha para não ficar bêbado nem alegre.

No entanto, não sei se advindo ao não-mesuramento preciso de água com outras bebidas, algumas conversas vieram à tona, muito reveladoras da verdade:

1. Descobriu-se que Brusque é o centro do mundo;
2. Descobriu-se que os araraquarenses têm inveja dos brusquenses;
3. Descobriu-se que falar português durante muito tempo dá dor de cabeça;
4. Descobriu-se que argentinos não sabem puxar as argentinas no clinch;

… e, o mais importante…

5. Descobriu-se que o nome do Tétris, também conhecido como Atlético Paranaense ou Huracán de las Amércias, é na verdade Brisa de Piraporinha (esclarecimentos? peçam-nos ao Camilo).

O que a água não faz com o cidadão, não é verdade?

Obs.: Gracias a aquellos que fueron citados pero que no nombré. Ellos saben quienes son.

Sugerencia del troesma

Não é do mesmo nível no nosso queridíssimo Jack Bauer, mas vale o entretenimento. Confesso, porém, que quem é ex-errepegista tem uma tendência maior a gostar de Heroes.

Our freek world

Camilón está cada vez mais se especializando nessa área tão esquecida pelos jornalistas. Cada dia ele tira uma coisa melhor e mais espantosa do fundo do baú. Se houvesse Oscar de melhor descoberta freek, Camilo com certeza ganharia o prêmio anos seguidos. A pérola de hoje é incomparável. Nem parece que é verdade: Carro levado na enchente é encontrado.

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