UYtrip – dia 2

Posted on 12 janeiro 2009

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Copos de água antes de dormir e nada de ressaca, para felicidade de todos. 

Na manhã do domingão, nos dedicamos todos a ficar no apê da Lorena morguando. Camilonga de la Croix inventou que tinha que trabalhar, e eu e a Lorena ficamos tentando aprender a jogar Mancala, cujo tabuleiro o Piper me deu de presente de fim de ano. Uma vez tendo aprendido a jogar, só levei surra da sua consorte.

Mancala - o meu é quase assim, mas um pouquinho mais portátil

Mancala - o meu é quase assim, mas um pouquinho mais portátil

Para o almoço, tínhamos combinado de comer no Al-Nur com a família González. Além de comida árabe da melhor qualidade, o restaurante ainda fica a duas quadras da casa da nossa anfitriã. Como não podia ter deixado de ser, foi uma chacina. Nos acabamos de tanto comer. 

Por volta das 15h, nos despedimos do casal porto-alegrense e fomos a Canoas, onde rapidamente passamos pela casa da avó materna do Camilo e seguimos viagem (Camilo, Hernán e eu) para Pelotas. 

Apesar de ser uma estrada cheia de caminhões, a viagem transcorreu em plena perfeição, com o Camilo na boléia, o Hernán se protegendo do sol com panos e o Gonza rolling like mousse.

Já em Pelotas, nos hospedamos no hotel em que comumente o Camilo fica (não lembro o nome, mas diz ele que é um dos melhores). Jantamos lá mesmo. O cardápio de massas era bem bom. Enquanto o Camilo e seu pai falavam de negócios, fiquei tomando suco de laranja e tentando entender um pouco mais sobre caminhões de coleta de resíduos, contêineres, como escolher os lugares para pôr os contêineres e toda a logística por detrás do processo. Por fim, me pediram uma mão para a manhã seguinte: bater umas fotos para eles.

Depois do jantar, o Gonzalinha e eu nos matamos nas partidinhas de Winning Eleven, das quais, confesso, não ganhei nenhuma (o que foi sumamente mudado na última sexta-feira). O ímpeto sucrilheiro de nossas pessoas não foi, porém, muito longe, já que ambos estávamos cansados e com sono.

Em resumo, o segundo dia de viagem foi um dia de comilança no café-da-manhã, na hora do almoço e no jantar. Não é à toa que voltei do Uruguai mais gordo. Por sorte que não fui o único, não é Camilo?

 

 

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