Dia Mundial sem Carro

Posted on 23 setembro 2009

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Ontem foi o Dia Mundial sem Carro. Procurei fazer a minha parte (ainda bem tímida e incipiente) e não tirei o carro da garagem. Fiz tudo que tinha que fazer a pé.

Aqui em Curitiba houve uma série de ações comemorando o dia. O pessoal envolvido com ciclismo e mobilidade urbana pressionou a prefeitura e conseguiu obter espaço para ações urbanas:

Linha de ciclotáxi pelo centro de Curitiba

  • Trânsito bloqueado
Ruas bloqueadas no Dia Mundial sem Carro

Ruas bloqueadas no Dia Mundial sem Carro

  • Marcha de 1000 bikes
Marcha de 1000 bikes

Marcha de 1000 bikes

Aqui um vídeo sobre a marcha do ano passado:

No Gazeta do Povo, maior jornal local, também saiu algo sobre: clique aqui.

Por fim, em São Paulo, ocorreu, também em comemoração, um desafio intermodal. Neste ano envolveu pedestres, ciclistas, motoristas e até um helicóptero. Para surpresa de todos, a bike fixa foi a primeira, na frente até do helicóptero:

Tá com pressa? Vá de bike, de patinete, correndo, de metrô, de ônibus…

Tá com pressa? Vá de bike, de patinete, correndo, de metrô, de ônibus…

Tudo isso e a volta que dei no ciclotáxi (sentindo-me quase como se estivesse num riksa indiano) fizeram me lembrar do dia em que aprendi “manimeno” a andar de bicicleta. A história está descrita aqui, de modo que não vou me repetir (quem não souber ler em francês, é só jogar o link da página no Google Translate | não sai perfeito, mas já dá para ler).

Eu e Leo de bike em Amsterdam

Eu e Leo de bike em Amsterdam

A nossa bike roubada, comprada por 10 euros, vendida a um casal de espanhóis:

Macarena Amsterdada era seu nome

Macarena Amsterdada era seu nome

E como me senti ontem no ciclotáxi (riksa, para os indianos):

Ciclotáxi indiano

Ciclotáxi indiano

Para mais informações sobre bike em Curitiba:

Bicicletada Curitiba

Transporte Humano

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