The Roches

Fuça aqui, fuça lá, tenta pôr em dia as leituras do Reader e acabo caindo neste post do Sozinho com Todo Mundo, do meu amigo Márcio. Particularmente, nunca tinha ouvido falar desse The Roches, mas logo que comecei a ouvir coisas delas no YouTube já fui gostando. O Hammond Song especialmente.

O The Roches é um trio feminino composto por três irmãs de New Jersey, que tocam desde o final da década de 60. Apesar de a minha ignorância desconhecê-las até então, a história delas passa por Paul Simon e Robert Fripp.

Bons Ares&Condutor conduzem…

Pé na África

Eu gosto da África e ponto final. Sim, gostaria de morar lá. Sim, acho que é uma puta experiência de vida. Sim, acho que a África pode mudar as pessoas.

Por gostar tanto, leio muito sobre. Um dos blogs-chave é o Pé na África. Fábio Zanini, jornalista da Folha de S.Paulo, é quem assina os posts. Ano passado, ele passou uns tantos meses em terras africanas, zanzando de país em país. Vale muito.

Com a leitura, dá até para diminuir um pouco a ignorância e não dar mais gafes do gênero: “A Namíbia fica do lado da Mauritânia”…

Pé na África

Pé na África

Bons Ares&Condutor conduzem: http://penaafrica.folha.blog.uol.com.br/

Eternal Moonwalk

Particularmente, eu não compartilho de todo o alarde que se tem feito a respeito da morte do Michael Jackson. Gosto muito, sim, das músicas dele da época do The Jackson Five e um pouco menos das do começo da sua carreria solo, mas mesmo assim aprecio. Estando ou não de luto, o fato é que a morte dele gerou diversas reações. Uma delas é o Eternal Moon Walker, que é um daqueles sites inúteis mas bem divertidos. Dá até para participar…

Eternal Moonwalk

Eternal Moonwalk

Bons Ares&Condutor conduz: http://www.eternalmoonwalk.com/

Por que ele é assim?

Quando mencionam Herman Melville, logo aparece na nossa estranha imagem mental o livro “Moby Dick”. Mas gostaria, neste momento, deixar de lado este livro – até porque nunca o li mesmo – para citar um que li, adorei e leria novamente: “Bartleby, o Escrivão”. Não indico porque ele tem apenas trinta e poucas páginas (seria um conto?), e sim por sua narrativa e delicadeza em tratar um personagem esquisito, triste, apático e um tanto incomum. Bartleby supera qualquer tentativa lacaniana da compreensão humana, de modo que o leitor, a todo momento, não consegueria deixar de pergunta “Por que ele é assim, por que, por que”? Cria-se, portanto, um suspense em torno do comportamento misterioso de Bartleby que, antecipando o enredo, apenas diz cem mil vezes no decorrer da história “Melhor não”! Sim, o jovem Bartleby é um monossilábico que gera uma angústia em torno de todas as pessoas que estão à sua volta, fato que incide, na minha opinião, no velho tema das dificuldades comunicativas entre os humanos. Nada pior que adorar um silencioso! E nada pior que tentar ajudá-lo e compreendê-lo. Por fim, no final da bela história, sabemos porque Bartleby é assim!

O condutor conduz: MELVILLE, Hermann. Bartleby, o Escrivão. Editora: a última edição foi realizada por uma dessas editoras extremamente chiques e modernas, mas o preço está acessível.

Autoria: Carmem Kummer

Obvious

O Obvious é a musa inspiradora do Condutor. Só isso já é motivo para conduzir até ele. Cheio de posts sobre tudo, é o lugar perfeito para passar as horas de tédio no trabalho ou em casa. Lá, pode-se encontrar desde arquitetura vietnamita até literatura. Se não for o melhor site na net, está entre os melhores.

O Obvious tem de tudo!

O Obvious tem de tudo!

Bons Ares&Condutor conduz: http://blog.uncovering.org/

U Turn

Às vezes, o que mais gosto em um filme é a maneira como chego nele. Um amigo me conta, leio em algum lugar. U Turn, além de ser um dos melhores filmes que vi nos últimos tempos, ainda tem uma história peculiar minha por detrás.

Estava eu na casa de um amigo esperando para ver um jogo de futebol. Enquanto não começava, ele fazia zapping para ver se alguma outra emissora transmitiria a partida. De repente, cai na cena do Bobby (Sean Penn) presenciando um roubo em uma loja de conveniências.

Meu amigo, que já tinha visto o filme, para e diz: “Caralho, este filme é demais!”. Nós assistimos uns dez minutos, enquanto o jogo não começa, e pego a cena de o Bobby sobrevivendo ao assalto, cujo ladrão era o Abraham Benrubi (aquele recepcionista bonachão do Plantão Médico), de o Bobby tentando obter dinheiro com “conhecidos” pelo telefone e indo negociar o valor do conserto do seu carro com o mecânico (Billy Bob Thornton irreconhecível). Bastaram somente essas três cenas para que eu tivesse sido fisgado.

Embora não soubesse o nome em português e muito menos em inglês, fiquei com o filme na cabeça. Fucei a filmografia do Sean Penn até encontrar o nome. Daí para ver o filme ontem à noite foi um pulo.

Já esperava bastante, mas me surpreendi ainda mais (para melhor) quando comecei a vê-lo desde o começo. Câmeras supino, enquadramentos ousados, montagem simbólica perfeita, ótimo elenco (Jon Voight, Nick Nolte, Julia Hagerty, Powers Boothe, Brent Briscoe e outros)… O filme é uma pérola. De quebra, para quem gosta (eu não tinha um especial apreço por ele), a direção ainda é do Oliver Stone.

Abaixo, segue um trecho com Bobby (Sean Penn) e Grace (Jennifer Lopez).

Mayra Andrade

Cada vez mais me aproximo da África. Cada vez mais leio sobre a África. E cada vez mais ouço a África. Tenho descoberto inúmeros cantores e bandas africanas, mas uma das mais impressionantes é Mayra Andrade.

Nascida em Cuba, criou-se em Cabo Verde, de onde tira boa parte da sua verve para cantar. Mayra possui uma voz potente e marcante, que preenche os espaços vagos. Abaixo, dois vídeos dela. O primeiro me foi recomendado pela Quietinha, enquanto o segundo é coisa minha mesmo.

Bons Ares&Condutor conduz: Mayra Andrade.

Bons Ares no Blogspot

Senhores e senhoras,

Nao esquecer que o Bons Ares abriu uma sede no Blogspot, para documentar sua volta ao mundo:

http://bonsares.blogspot.com/

Saudacoes a todos.

Música de bolso

Os caras que tiveram a ideia de montar o Música de Bolso são simplesmente uns gênios. Além de juntarem músicos legais e cinema, ainda fazem tudo num clima descompromissado que fica ótimo. Às vezes é na rua, numa esquina, numa casa, onde quer que seja.

Já gravaram, nesse estilo doido, Mayra Andrade, Zélia Duncan, Móveis Coloniais de Acaju, Cérebro Eletrônico, Arnaldo Antunes, Pato Fu e uma infinidade de outros artistas.

Música de Bolso

Música de Bolso

O Condutor conduz: http://www.musicadebolso.com.br/index.html

Lura

Diriam alguns que estou com fixação pela África. A estes, eu diriam que estão certos. Voltamos novamente ao continente…

Outra cantora cabo-verdiana de coração, Lura nasceu em Portugal. Suas músicas têm a levada da música tradicional do seu país de adoção, seja da morna, do fananá ou do batuque, todos ritmos dançantes. Lura não só tem uma voz bonita, mas também tem gingado…

Bons Ares&Condutor conduzem: http://www.luracriola.com/